Blog da Biolag

Beta HCG: quando e onde fazer o exame?

23 de agosto de 2021 por biolag

Você sabia que hormônio HCG é o principal marcador de gravidez? Pois é, mas quando se encontra elevado também pode indicar outras patologias, neste caso, é muito importante o acompanhamento e o auxílio médico.

O hormônio HCG, como é mais conhecido, refere-se ao hormônio gonadotrofina coriônica humana, e sua produção, em 99% dos casos, ocorre nas células formadoras da placenta, denominadas trofoblastos.

Hoje em dia, há muitas ofertas do exame de beta HCG através da detecção do hormônio na urina. No entanto, esse método pode gerar resultados falso negativos, devido à baixa quantidade de hormônio secretado pela urina no início da gestação, e pode ser insuficiente para a detecção do teste.

A produção do HCG tem início 10 dias após a fecundação, por isso é indicado que o exame seja realizado a partir do 10º dia da fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Conforme acontece o desenvolvimento do embrião e placenta, os níveis de HCG consequentemente aumentam. Nas primeiras semanas de gestação, estes níveis dobram a cada 2 ou 3 dias.

Quando o exame é realizado nos dias corretos, a possibilidade de falso negativo é muito baixa, em especial se realizado através da dosagem no sangue, onde é identificada a subunidade beta. O exame de sangue além de ser mais sensível, seguro e confiável, apresenta resultado quantitativo, onde pode-se estimar a idade gestacional e é possível realizar acompanhamento em casos de gravidez ectópica e até mesmo casos de aborto.

Qual a diferença do exame Qualitativo e exame Quantitativo?

O exame qualitativo pode ser realizado na urina e no sangue, e indica apenas se há presença do hormônio ou não, ou seja, indica se é positivo ou negativo.

Já no exame quantitativo há a dosagem do hormônio na corrente sanguínea, e indica a concentração de HCG que foi detectada.

Como interpretar um resultado de Beta HCG quantitativo?

Quando o resultado é não indicativo de gravidez, o valor de Beta HCG é Inferior a 5,0 mIU/mL. Na presença de resultado entre 5,0 e 50,0 mUI/mL, sugere-se repetição após 72 horas. 

A quantificação do beta HCG pode estimar a idade gestacional, mas os valores são muito abrangentes e varia de acordo com o organismo. Abaixo, seguem valores para orientação:


Valores de referência em semanas desde a última menstruação:

1 – 10 semanas: 5,0  –   417.430 mIU/mL

11 – 15 semanas: 16.996 – 247.465 mIU/mL

16 – 22 semanas: 6.860 – 50.239 mIU/mL

23 – 40 semanas:  1.583 – 65.911   mIU/mL


Para a realização do exame não é necessário guia médica e não precisa estar em jejum. Você pode realizá-lo em qualquer uma das nossas unidades, basta verificar o horário de funcionamento.

Ao detectar um resultado positivo de HCG, procure o seu médico para realizar uma avaliação e acompanhamento correto de sua gestação!

Por: Rafaella Cosmo Gregatti – Biomédica

Fontes:

https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/exame-laboratorial-dosagem-de-gonadotrofina-corionica-humana-hcg-beta-hcg-hcg

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez

Bula de reagente Total β-HCG, equipamento Architect I 1000, ABBOTT

4 passos para tornar a coleta de sangue do seu filho(a) mais tranquila

11 de agosto de 2021 por biolag

Diariamente, profissionais da saúde realizam coletas sanguíneas de crianças de diversas idades. Essas amostras são processadas e analisadas por especialistas, para auxiliarem no diagnóstico médico. 

O que ninguém conta, é que a parte mais delicada é a hora de coletar. Isso porque não basta ter os equipamentos necessários, mas também, contar com o conhecimento e a habilidade de comunicação e relacionamento do profissional, para ambientar e interagir com a criança e o responsável.

Abaixo estão os 4 passos trazidos pelos nossos profissionais, para tornar a coleta de sangue infantil, um momento menos desagradável:

Passo 1 – Mostre segurança para o seu filho (a)

Explicar para a criança o porquê tirar sangue é necessário e pode ser uma tarefa difícil, mas com uma orientação correta e o apoio dos pais, permitirá que a criança fique mais calma, antes mesmo de chegar no local da coleta.

O que ocorre, é que alguns pais por medo da reação da criança, não contam para onde estão indo e o que irá acontecer. A surpresa, claro, poderá não ser agradável para a criança e com isso, a coleta será muito mais complicada, tanto para a criança, quanto para os pais e o profissional da saúde.

Ambientar o seu filho(a) sobre o que ele fará no laboratório será uma forma de evitar o impacto negativo, através da honestidade e segurança vindos dos responsáveis.  Já para crianças com idade inferior a 3 anos, ou que de alguma forma não possuem plena habilidade para entender o contexto, a melhor forma de demonstrar segurança é mantê-las no colo durante a coleta para que se sintam acolhidas.

Passo 2 – Não se refira à agulha como uma punição

Você em sua infância já escutou ou já falou o seu filho a seguinte frase: “se você não comer isso, irá levar injeção!”. O que deveria ser um conselho para a criança ingerir alimentos saudáveis, torna a coleta de sangue e vacinação formas de punições. Isso, sem dúvidas, irá repercutir mal quando as agulhas forem realmente necessárias.

Não se referir às injeções como punições faz com que o Passo 1 seja mais tranquilo e com maior possibilidade de resultados positivos.

Passo 3 – Brinque de enfermeiro (a) com seu filho (a)

Brincando, a criança terá ainda mais facilidade para aprender sobre coisas básicas da vida, entre elas: cuidar da saúde.

Repare, se você está brincando que o boneco (a) irá tirar sangue e seu filho (a) faz menção a choro, grito ou medo, é sinal de que você precisa dar mais atenção a isso. 

Ao mostrar que está tudo bem, e que será apenas uma “picadinha” no braço, quando for na vida real, será mais fácil colocar isso em prática.

Brincar é uma das alternativas de ensinar.

Passo 4 – Conte com profissionais qualificados e um ambiente preparado para o atendimento infantil

Por fim, deixe seu filho (a) nas mãos de quem entende a complexidade dessa tarefa, pois coletar sangue de criança também exige a experiência profissional e o carisma do responsável pelo procedimento. 

O Laboratório Biolag conta com salas de coleta adaptadas para o público infantil, além de equipamentos que auxiliam na coleta, como o Buzzy, que alivia a dor causada pela agulha. Além disso, o Biolag oferece o Certificado de Valentia e o livro de colorir do Biolaguinho, para que essa experiência possa ser mais divertida e recreativa.


Por: Renata P. Klaine

Se quiser saber mais sobre a coleta infantil realizada pelo Laboratório Biolag, ligue (41) 3392-1102 ou entre em contato pelo WhatsApp clicando aqui.

As Hepatites Virais na Pandemia

1 de julho de 2021 por biolag

Portadores de hepatites fazem parte do grupo de risco e precisam estar atentos aos cuidados.

Por Bianca Guimarães Pidpala, Biomédica no Laboratório Biolag.

As Hepatites são causadas por vírus que atingem o fígado e ocasionam infecções que podem ser leves, moderadas ou graves. Cada infecção está diretamente relacionada ao sistema imunológico do indivíduo e a suscetibilidade ao vírus. Segundo Ministério da Saúde, na maioria das vezes a infecção é assintomática e, quando presente, os sintomas podem aparecer na forma de cansaço, febre, mal estar, tontura, dor na região abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. No Brasil as hepatites mais comuns são causadas pelos vírus A, B, e C, sendo o D e E com menor frequência.

O sistema imunológico tem por objetivo impedir a infecção viral e eliminar as células infectadas. Quando o indivíduo está com imunidade baixa, ele se torna suscetível ao vírus, levando à doença. No ano de 2020 a partir do monitoramento do Ministério da Saúde, foram registradas 38.822 pessoas em tratamento para hepatite B e 19.219 pessoas foram tratadas para hepatite C, sendo a prevalência da doença maior no sexo masculino comparada ao sexo feminino.

Pacientes com doença hepática grave, bem como cirrose hepática ocasionada comumente pela hepatite C e receptores de transplante, são vulneráveis às manifestações da COVID-19, que pode até mesmo agravar o quadro clínico quando infectado. Por conta disso, pessoas com cirrose hepática comprovada fazem parte do grupo de risco para a vacinação contra a COVID-19, como ocorre no município de Campo Largo/ PR, conforme o calendário e agendamento.

Diante dessa perspectiva, nota-se a necessidade de estarmos atentos à prevenção da doença a partir da vacina, no caso da hepatite A e B, e adoção de medidas e cuidados para evitar a contaminação da hepatite C.

TRANSMISSÃO, PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Dentre as hepatites, o vírus A (HAV) é transmitido pela via fecal-oral (contato de fezes com a boca), através da higiene incorreta, alimentos e água não tratados corretamente, contato pessoal e sexual com infectado. Ainda não existe tratamento específico para Hepatite A, apenas a vacina como medida protetiva.

Na Hepatite B (HBV), a transmissão ocorre através da relação sexual sem preservativo, compartilhamento de agulhas contaminadas, materiais de higiene pessoal, realização de procedimentos que não seguem normas de biossegurança. O tratamento é realizado com antivirais e também é possível preveni-la a partir da vacinação.

Já a Hepatite C (HCV) é transmitida através do contato com sangue contaminado, compartilhamento de agulhas e seringas para uso de drogas, falha na esterilização de materiais de manicure, pedicure, relação sexual sem preservativo, entre outras situações específicas. O tratamento é realizado através de antivirais.

As medidas preventivas das Hepatites Virais são importantíssimas para a longevidade e boa qualidade de vida. Dentre elas, lavar as mãos após a higiene, lavar bem os alimentos, ter saneamento básico adequado, desinfecção de objetos e locais de contato com o uso de hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária, uso de preservativo durante a relação sexual. 

Em caso de suspeita, o correto é fazer acompanhamento médico e realizar exames de sangue em laboratório para identificação das hepatites, sendo necessário avaliação em conjunto com a clínica e a exposição de cada indivíduo. Pois infelizmente, essa doença ainda é um problema grave de saúde pública.

Por fim, lembramos que pessoas de grupo de risco devem manter o isolamento social e os cuidados redobrados na prevenção da COVID-19, assim como toda a população.

REFERÊNCIAS: Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais em Adultos e Crianças. Ministério da Saúde, 2018. Portaria N°25, de 1 de dezembro de 2015. Ministério da Saúde, 2015.
Boletim Epidemiológico. Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, jul.2020.

EXAMES PARA COVID-19, QUAL FAZER?

30 de abril de 2020 por biolag

Várias são as medidas adotadas pelas redes públicas e privadas para prevenir a disseminação do vírus, mas ainda assim, muitas pessoas precisam ir ao mercado, farmácia, trabalho e possíveis pontos de disseminação onde um descuido mínimo pode resultar na contaminação do COVID-19.

Diante desse cenário, toda atenção e cuidado são essenciais para garantir a saúde e o bem estar. A realização dos exames que podem confirmar ou não a presença do novo coronavírus é uma etapa de extrema importância, tanto para tratar os sintomas do paciente, quanto para evitar que mais pessoas sejam infectadas.

Atualmente há três tipos de métodos laboratoriais registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para auxiliar no diagnóstico da doença. São eles:

  • RT-PCR – Testes de amplificação de ácidos nucleicos para SARSCoV-2.
  • Testes sorológicos para pesquisa de anticorpos IgA, IgM e/ou IgG antiSARS-CoV-2, pelos métodos ELISA, quimioluminescência ou imunocromatográfico.
  • Teste imunocromatográfico para pesquisa de antígeno viral em amostras do trato respiratório superior.

Mas afinal, para quê serve cada um deles? Quando devo escolher um ou outro? Entenda melhor cada um deles no decorrer da matéria!

Quando realizar o RT-PCR?

Considerado uma metodologia padrão-ouro, ele é recomendado para os pacientes sintomáticos na fase aguda.

O RT-PCR é o exame que possui a maior taxa de precisão, entretanto, ele oferece um resultado mais assertivo quando realizado entre o 3º e 5º dia após o início dos sintomas, tendo em vista que a carga viral costuma ser mais alta na primeira semana (primeiros 7 dias).

Sua coleta consiste na amostra de secreção nasal e/ou da garganta do paciente, pois ele detecta a presença do material genético viral na secreção respiratória.

Embora o exame seja recomendado na fase inicial da doença, o RT-PCR também pode ser realizado posteriormente, sendo mais comum a detecção do vírus em casos mais graves.

E o teste sorológico?

A sorologia por sua vez, é um exame capaz de não apenas detectar os anticorpos IgG e IgM, mas também quantificar seus níveis através da amostra de sangue venoso. Ou seja, com ele é possível determinar o estágio da doença ou até mesmo infecções já curadas.

Por isso, o teste sorológico é indicado principalmente para quem teve contato com pessoas infectadas ou suspeitas, mesmo não tendo apresentado os sintomas. Também é recomendado para avaliação de retorno ao trabalho de profissionais de saúde com suspeita de COVID-19, como complemento e garantia do exame RTPCR.

Para que a amostra não seja coletada precocemente, antes do desenvolvimento de anticorpos contra o vírus, é indicado que o paciente realize o exame 10 dias após o surgimento dos sintomas ou do contato.

Por fim, quando realizar o Teste Imunocromatográfico?

Também conhecido como Teste Rápido, o Teste Imunocromatográfico para pesquisa de antígeno viral consiste na coleta da amostra sanguínea, para detectar a presença dos anticorpos IgG e IgM.

Esses anticorpos são produzidos pelas células de defesa após o contato com o vírus. Se por um lado o IgM começa a ser produzido por volta de 5 a 7 dias após a infecção, por outro o IgG começa a aparecer apenas em torno do 10º dia, e então, permanece elevado.

Por esse motivo, é indicado que o paciente apenas realize o teste rápido após o 10º dia do aparecimento dos sintomas, para um resultado eficiente.


Para melhor exemplificar, observe a tabela a seguir que mostra a maneira mais eficaz para garantir um resultado que confirme ou não a contaminação pelo COVID-19.

Falso-positivo e falso-negativo

Mesmo que o paciente siga as recomendações e realize os exames nos dias indicados, ainda haverão fatores que podem influenciar um resultado falso-positivo ou falso-negativo.

No caso do RT-PCR, fatores como carga viral abaixo do limite de detecção do teste, ou interferências na fase pre-analítica, podem proceder num resultado falso-negativo.

Portanto, é necessária a consciência sobre a importância dos critérios e o nível de responsabilidade tanto do paciente ao evitar exposição e a possível proliferação da doença, quanto dos profissionais da saúde ao analisar minuciosamente as amostras, considerar todas as variáveis e manter o paciente informado sobre os riscos.

Para essa questão, muitos laboratórios adotam termos como o “Termo de Conhecimento de Condições para a Realização de Exames – COVID-19”, onde há cláusulas que contém as indicações e advertências sobre a realização dos mesmos.

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Fonte: Hermes Pardini


Saiba mais sobre os exames de COVID-19 realizados pelo Laboratório Biolag com a nossa Biomédica Suelen Cequinel.

Tel.: (41) 3392-1102
WhatsApp: (41) 98429-7425

Laboratório Biolag frente ao coronavírus (COVID-19)

24 de março de 2020 por biolag

Diante do surto do novo coronavírus (COVID-19), o Laboratório Biolag está tomando medidas preventivas para proporcionar segurança aos usuários dos nossos serviços.

Visto a necessidade de evitar aglomerações, nossa equipe será dividida em dois grupos. Além disso, toda ela está sendo devidamente orientada sobre os modos de higienização pessoal e do local de trabalho para evitar o contágio da doença e manter o Laboratório Biolag um ambiente seguro para você realizar seus exames.

Nossos colaboradores fazem uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) para evitar o contágio do COVID-19. Tudo isso contando com a entrega de máscaras para grupos de risco e uso do álcool em gel.

Entretanto, embora as medidas tomadas pela equipe Biolag sejam estrategicamente pensadas para oferecer o melhor serviço aos nossos usuários, contamos com a sua colaboração para mantermos nossa saúde ainda mais segura.

NOSSAS RECOMENDAÇÕES SÃO:

  • Faça a higienização das mãos ao entrar no laboratório
  • Acompanhantes somente para pessoas menores de 18 anos, idosos com 60 anos ou mais, ou em casos extremamente necessários;
  • Evite ir até a nossa unidade de saúde se apresentar sintomas de gripe;
  • Opte por retirar seus exames pela internet caso seja possível;
  • Pessoas suspeitas de coronavírus não devem ir até nossas unidades. Estes devem tirar suas dúvidas pelo nosso telefone.
  • Caso você esteja apresentando sintomas como tosse, dificuldade respiratória e febre, ligue para os números abaixo antes de ir até um serviço de saúde.

☎ 192 (Serviço de Atendimento Móvel de Emergência – SAMU)
☎ (41) 3330-4414 (Secretaria Estadual de Saúde)
☎ (41) 99117-3500 e 0800-644414 (Ouvidoria do Estado)

Além disso, nesse período contaremos com horários e atendimentos diferenciados em algumas das nossas unidades:

  • Itaqui (posto de coleta): segunda à sexta das 07h às 13hs – Sábados das 07h às 12h.
  • Benedito (posto de coleta): segunda à sexta das 06h30 às 16h00 – Sábados das 06h30 às 11h00.
  • Não iremos atender nos domingos a partir do dia 29/03, por conta da reestruturação no quadro de colaboradores.
  • O posto de coleta Benedito de Campo Largo contará com mais colaboradores, com o objetivo de priorizar, nessa unidade, a coleta de exames, principalmente os toxicológicos.

Saiba mais sobre os horários de atendimento e telefones das nossas outras unidades clicando aqui.

COLETA DOMICILIAR

Com o objetivo de manter nossos clientes em casa respeitando o período de quarentena com segurança, o Laboratório Biolag passa a oferecer mais horários e dias para o agendamento da coleta domiciliar. Dessa forma, você poderá continuar protegido e cuidando da sua saúde.

*Este serviço é destinado às pessoas de todas as idades, residentes do município de Campo Largo.

Dúvidas? Ligue para o telefone (41) 3392-1102 ou mande uma mensagem para o nosso WhatsApp (41) 98429-7425.

Educação: ato de amor e direito de todos

29 de novembro de 2021 por biolag

Em um tempo marcado pela pandemia da covid-19, constata-se um aumento nos casos de evasão escolar e déficit de aprendizagem de muitos estudantes. No entanto, a educação continua sendo um processo fundamental para o desenvolvimento integral do ser humano. Educar é, antes de tudo, aprender com as lições cotidianas e com as crises do mundo contemporâneo. Educar é um ato de resiliência, pois nos ensina a enfrentar as incertezas e os desafios potencializados pela pandemia sem perder o encanto pela vida, o vigor e a alegria. Aprender não é apenas uma capacidade humana, mas é a condição da nossa própria humanidade.

A educação é um ato de amor. Tudo o que é feito com amor a vida nos devolve com generosidade. Assim é a formação para o pleno desenvolvimento das crianças e jovens, futuros líderes da humanidade. A pessoa é colocada no centro do processo educativo e suas potencialidades e aptidões são desenvolvidas em favor do bem comum, da civilização do amor, do cuidado com a vida e da cultura de paz.

Conforme prescreve a Constituição Federal, em seu artigo 205, “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Ela é um direito subjetivo, inalienável e que deve ser garantido para todos os seres humanos. Todavia, ainda há milhões de crianças e jovens analfabetos no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018 havia 1,3 milhão de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Essa realidade está mais presente no Nordeste do país, onde 13,9% da população é analfabeta. Em seguida, aparece a região Norte, com 7,6%, a Centro-Oeste, com 4,9%, e, com os menores índices do país, a Sul e a Sudeste, ambas com 3,3%. A situação das pessoas em condição de analfabetismo ainda se apresenta como um dos grandes desafios da educação básica em nosso país.

A educação é um direito humano para todas as pessoas. A educação infantil ocupa grande relevância no processo do desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social. A educação possibilita que o discente socialize e interaja desenvolvendo suas aptidões e habilidades para o trabalho, a cidadania e as complexas relações sociais. Nesse sentido, não há dúvidas de que o professor é o profissional por excelência da educação e a escola um ambiente indispensável de aprendizado e crescimento humano.

Por: Mário José Knapik Mestre em Educação e Gestor do Grupo Educacional Bom Jesus

Dia Mundial do Diabetes

14 de novembro de 2021 por biolag

O Diabetes (DM) e suas complicações estão entre as 10 principais causas de mortes no mundo.

Para as mulheres, o principal fator de risco para o diabetes do tipo 2, é terem apresentado diabetes durante a gravidez (DMG). E o DMG pode afetar os filhos dessas mulheres, aumentando os riscos de desenvolverem obesidade e diabetes na vida futura.

O diabetes é uma das principais causas das doenças vasculares e cardíacas, como o infarto agudo do miocárdio e os derrames vasculares. Assim, com o objetivo de reduzir os casos de distúrbios metabólicos e suas complicações graves, o diagnóstico deve ser considerado prioridade de saúde.

Os principais exames laboratoriais de diagnóstico são a glicemia de jejum e o Teste Oral de Tolerância a Glicose 75g (TOTG), com valores específicos para cada caso.

Existem diferentes tipos de Diabetes Mellitus (DM):
• DM do tipo 1: Autoimune ou Idiopático – Deficiência completa de Insulina
• DM do tipo 2: Graus variados de redução da secreção e resistência à Insulina (90% dos casos)
• Diabetes Gestacional
• Outros tipos específicos: Ex. Infecções, Defeitos genéticos.

Cerca de 58% dos casos do diabetes estão associados a obesidade, diretamente relacionado aos maus hábitos de vida, má alimentação, como o aumento do consumo de bebidas açucaradas, e a falta de atividade física.

Os sintomas mais comuns são aumento da sede, muita fome, vontade de urinar várias vezes, e cansaço frequente. Porém em muitos casos podem não haver sintomas, por isso a importância de manter seus exames em dia, ao menos uma rotina anual, e praticar hábitos de vida saudáveis, pois desta maneira você poderá evitar o diabetes, ou ter o diagnóstico precoce para iniciar o tratamento e não sofrer com suas complicações graves.
 
O Diabetes age em silêncio. A informação dá voz ao Tratamento.

Por: Dra. Jainara Morari – Ginecologista e Obstetra
CRM 32649 RQE 22477 TEGO 0180/2017

Novembro Azul, mês da saúde do homem

3 de novembro de 2021 por biolag

O Novembro Azul é uma campanha criada para lembrar sobre a importância dos cuidados da saúde do homem, em especial na prevenção do câncer de próstata. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), este é o segundo tipo de câncer mais comum nos homens, sendo, aproximadamente, 65 mil novos casos diagnosticados anualmente.

Como os demais tipos de câncer, quando identificado em estágios iniciais, a doença apresenta maiores chances de cura e, por isso, é tão importante manter as consultas com o urologista em dia. Para o diagnóstico dessa doença, dois exames são essenciais: o exame de sangue por meio do Antígeno Prostático Específico (PSA) e o exame de toque. Ambos devem ser realizados anualmente por homens acima dos 40 anos de idade.

Mas, quando falamos em saúde do homem, os cuidados devem ir além. Outras inúmeras doenças atingem essa população e tem os riscos aumentados devido a resistência de recorrer aos serviços de saúde. Cuidar da saúde física e psicológica é essencial e isso deve começar o quanto antes.

Você tem cuidado da sua saúde? Não espere ter sintomas para ir ao médico, crie esse hábito desde já!

Dr. Murilo M. Murata – Urologista

Exercícios físicos: a importância da orientação de um profissional de Educação Física e realização de exames

1 de setembro de 2020 por biolag

Os exercícios físicos são um dos pilares da qualidade de vida, além de serem essenciais à saúde. No entanto, praticar atividades físicas de forma inadequada pode gerar uma série de problemas. Devido a esses e outros fatores, é fundamental contar com a orientação de um profissional, antes de iniciar a prática esportiva ou de atividades físicas. E isso vale, desde o treino pesado de musculação até a corrida ao ar livre, pois todas elas exigem esforço por parte das articulações e da musculatura.

Muitas pessoas praticam atividades que não estão em harmonia com as suas metas. Com isso, é gerada a sensação de incapacidade quando, na verdade, o problema está no tipo de exercício realizado. Por isso, buscar a orientação de um profissional de Educação Física é essencial também nesse sentido.

O profissional escolhe as atividades que têm maior potencial de levar o praticante a alcançar os seus objetivos, seja perder peso, melhorar as funções cardiorrespiratórias ou ganhar massa muscular. 

Passar por uma avaliação médica antes de dar o start na malhação é simples e pode, literalmente, salvar sua vida. Com ela, é possível saber se você possui alguma restrição para praticar esportes e se é ou não portador de um problema de saúde “silencioso”, que pode se manifestar durante o exercício.

Além disso, as informações obtidas nas análises também são importantes para determinar a frequência e a intensidade de exercício mais indicados para você.

Alguns milímetros de sangue contêm uma incrível quantidade de informação. O exame é indolor e muito rápido, tornando-se uma excelente arma para decisões sobre tipos ideais de treinamento, nutrição e reabilitação.

Razões para realizar exames laboratoriais:

  • Uma análise clínica da sua saúde pode aumentar a motivação de uma vida ainda mais saudável;
  • Auxiliam na nutrição;
  • Auxiliam na maximização do desempenho dos exercícios praticados.

Comece com o básico. Para um início, obtenha a medida do metabolismo básico e o hemograma completo com testes de vitamina D e ferritina.

Para realizar periodicamente os exames laboratoriais, você pode contar com o Laboratório Biolag!

Thaís Caroline de Meira Bacharel e Licenciatura em Educação Física pela Universidade Positivo CREF 026836-G/PR

Sífilis, a epidemia crescente no Brasil

6 de março de 2020 por biolag

A sífilis é considerada um grave problema de saúde pública no Brasil desde 2016, pois a taxa de detecção da infecção aumentou em todas as faixas etárias, principalmente entre 20 a 29 anos. Este rastreamento é possível devido a rapidez no diagnóstico e à obrigatoriedade de notificação de novos casos à vigilância epidemiológica.

O que sífilis?

É uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum e o modo de transmissão é através de relação sexual sem camisinha e também de mãe para filho durante a gestação ou parto.

A sífilis adquirida se apresenta em vários estágios, sendo eles, o estágio primário, secundário, latente e terciário. Estas quatro fases possuem diferenças entre si, e também direcionam a um diagnóstico preciso.

A fase primária é caracterizada pela presença de ferida no local da entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele). Essa ferida é geralmente é indolor, não tem pus, não arde e nem coça e pode estar acompanhada de íngua na região da virilha. Aparece de 10 a 90 dias após o contato com a bactéria, e desaparece independente de tratamento direcionado.

A fase secundária é caracterizada com manchas pelo corpo, que aparecem aproximadamente seis meses após a cicatrização da ferida primária. Essas manchas são ricas em bactérias e localizam-se também na palma das mãos e planta dos pés. Nesta fase há sintomas de febre, dores de cabeça, mal estar e o aparecimento de ínguas pelo corpo.

Nestes dois primeiros estágios da doença, há maiores chances de transmissão.

No estágio latente, a doença é caracterizada como assintomática, e é dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção).

E a fase terciária pode surgir décadas após a infecção e apresenta lesões cutâneas ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

A sífilis congênita, é de transmissão de mãe para filho e considerada muito grave, pois pode se apresentar no bebê como infecção não aparente ou até sequelas permanente, abortos e óbitos fetais. Portanto, exames de diagnóstico de sífilis estão inclusos no pré natal e realizados em três momentos da gestação: primeiro e terceiro trimestres de gestação e momentos antes do parto ou em casos de aborto.

A sífilis congênita pode se manifestar logo após o nascimento, durante ou após os primeiros dois anos de vida da criança.

O teste rápido para detecção de sífilis é oferecido hoje em dia em unidades de saúde, de forma gratuita. É um diagnóstico simples e rápido, e auxilia no início do tratamento imediato, principalmente quando se trata de gestantes e casos de estupro. No entanto, o teste sendo positivo (reagente), é direcionado para o segmento laboratorial, onde são realizados testes mais sensíveis e específicos para a sífilis. 

O VDRL e FTA-ABS IgG são exames indispensáveis para o diagnóstico e monitoramento da doença e são feitos por amostras de sangue. São procedimentos simples que podem mudar sua vida. Previna-se! Caso tenha suspeita da infecção, faça o teste!

Autoria: Rafaella Cosmo, Biomédica e Pós-graduada em Microbiologia Clínica.

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