Blog da Biolag

EXAMES PARA COVID-19, QUAL FAZER?

30 de abril de 2020 por biolag

Várias são as medidas adotadas pelas redes públicas e privadas para prevenir a disseminação do vírus, mas ainda assim, muitas pessoas precisam ir ao mercado, farmácia, trabalho e possíveis pontos de disseminação onde um descuido mínimo pode resultar na contaminação do COVID-19.

Diante desse cenário, toda atenção e cuidado são essenciais para garantir a saúde e o bem estar. A realização dos exames que podem confirmar ou não a presença do novo coronavírus é uma etapa de extrema importância, tanto para tratar os sintomas do paciente, quanto para evitar que mais pessoas sejam infectadas.

Atualmente há três tipos de métodos laboratoriais registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para auxiliar no diagnóstico da doença. São eles:

  • RT-PCR – Testes de amplificação de ácidos nucleicos para SARSCoV-2.
  • Testes sorológicos para pesquisa de anticorpos IgA, IgM e/ou IgG antiSARS-CoV-2, pelos métodos ELISA, quimioluminescência ou imunocromatográfico.
  • Teste imunocromatográfico para pesquisa de antígeno viral em amostras do trato respiratório superior.

Mas afinal, para quê serve cada um deles? Quando devo escolher um ou outro? Entenda melhor cada um deles no decorrer da matéria!

Quando realizar o RT-PCR?

Considerado uma metodologia padrão-ouro, ele é recomendado para os pacientes sintomáticos na fase aguda.

O RT-PCR é o exame que possui a maior taxa de precisão, entretanto, ele oferece um resultado mais assertivo quando realizado entre o 3º e 5º dia após o início dos sintomas, tendo em vista que a carga viral costuma ser mais alta na primeira semana (primeiros 7 dias).

Sua coleta consiste na amostra de secreção nasal e/ou da garganta do paciente, pois ele detecta a presença do material genético viral na secreção respiratória.

Embora o exame seja recomendado na fase inicial da doença, o RT-PCR também pode ser realizado posteriormente, sendo mais comum a detecção do vírus em casos mais graves.

E o teste sorológico?

A sorologia por sua vez, é um exame capaz de não apenas detectar os anticorpos IgG e IgM, mas também quantificar seus níveis através da amostra de sangue venoso. Ou seja, com ele é possível determinar o estágio da doença ou até mesmo infecções já curadas.

Por isso, o teste sorológico é indicado principalmente para quem teve contato com pessoas infectadas ou suspeitas, mesmo não tendo apresentado os sintomas. Também é recomendado para avaliação de retorno ao trabalho de profissionais de saúde com suspeita de COVID-19, como complemento e garantia do exame RTPCR.

Para que a amostra não seja coletada precocemente, antes do desenvolvimento de anticorpos contra o vírus, é indicado que o paciente realize o exame 10 dias após o surgimento dos sintomas ou do contato.

Por fim, quando realizar o Teste Imunocromatográfico?

Também conhecido como Teste Rápido, o Teste Imunocromatográfico para pesquisa de antígeno viral consiste na coleta da amostra sanguínea, para detectar a presença dos anticorpos IgG e IgM.

Esses anticorpos são produzidos pelas células de defesa após o contato com o vírus. Se por um lado o IgM começa a ser produzido por volta de 5 a 7 dias após a infecção, por outro o IgG começa a aparecer apenas em torno do 10º dia, e então, permanece elevado.

Por esse motivo, é indicado que o paciente apenas realize o teste rápido após o 10º dia do aparecimento dos sintomas, para um resultado eficiente.


Para melhor exemplificar, observe a tabela a seguir que mostra a maneira mais eficaz para garantir um resultado que confirme ou não a contaminação pelo COVID-19.

Falso-positivo e falso-negativo

Mesmo que o paciente siga as recomendações e realize os exames nos dias indicados, ainda haverão fatores que podem influenciar um resultado falso-positivo ou falso-negativo.

No caso do RT-PCR, fatores como carga viral abaixo do limite de detecção do teste, ou interferências na fase pre-analítica, podem proceder num resultado falso-negativo.

Portanto, é necessária a consciência sobre a importância dos critérios e o nível de responsabilidade tanto do paciente ao evitar exposição e a possível proliferação da doença, quanto dos profissionais da saúde ao analisar minuciosamente as amostras, considerar todas as variáveis e manter o paciente informado sobre os riscos.

Para essa questão, muitos laboratórios adotam termos como o “Termo de Conhecimento de Condições para a Realização de Exames – COVID-19”, onde há cláusulas que contém as indicações e advertências sobre a realização dos mesmos.

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Fonte: Hermes Pardini


Saiba mais sobre os exames de COVID-19 realizados pelo Laboratório Biolag com a nossa Biomédica Suelen Cequinel.

Tel.: (41) 3392-1102
WhatsApp: (41) 98429-7425

Laboratório Biolag frente ao coronavírus (COVID-19)

24 de março de 2020 por biolag

Diante do surto do novo coronavírus (COVID-19), o Laboratório Biolag está tomando medidas preventivas para proporcionar segurança aos usuários dos nossos serviços.

Visto a necessidade de evitar aglomerações, nossa equipe será dividida em dois grupos. Além disso, toda ela está sendo devidamente orientada sobre os modos de higienização pessoal e do local de trabalho para evitar o contágio da doença e manter o Laboratório Biolag um ambiente seguro para você realizar seus exames.

Nossos colaboradores fazem uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) para evitar o contágio do COVID-19. Tudo isso contando com a entrega de máscaras para grupos de risco e uso do álcool em gel.

Entretanto, embora as medidas tomadas pela equipe Biolag sejam estrategicamente pensadas para oferecer o melhor serviço aos nossos usuários, contamos com a sua colaboração para mantermos nossa saúde ainda mais segura.

NOSSAS RECOMENDAÇÕES SÃO:

  • Faça a higienização das mãos ao entrar no laboratório
  • Acompanhantes somente para pessoas menores de 18 anos, idosos com 60 anos ou mais, ou em casos extremamente necessários;
  • Evite ir até a nossa unidade de saúde se apresentar sintomas de gripe;
  • Opte por retirar seus exames pela internet caso seja possível;
  • Pessoas suspeitas de coronavírus não devem ir até nossas unidades. Estes devem tirar suas dúvidas pelo nosso telefone.
  • Caso você esteja apresentando sintomas como tosse, dificuldade respiratória e febre, ligue para os números abaixo antes de ir até um serviço de saúde.

☎ 192 (Serviço de Atendimento Móvel de Emergência – SAMU)
☎ (41) 3330-4414 (Secretaria Estadual de Saúde)
☎ (41) 99117-3500 e 0800-644414 (Ouvidoria do Estado)

Além disso, nesse período contaremos com horários e atendimentos diferenciados em algumas das nossas unidades:

  • Itaqui (posto de coleta): segunda à sexta das 07h às 13hs – Sábados das 07h às 12h.
  • Benedito (posto de coleta): segunda à sexta das 06h30 às 16h00 – Sábados das 06h30 às 11h00.
  • Não iremos atender nos domingos a partir do dia 29/03, por conta da reestruturação no quadro de colaboradores.
  • O posto de coleta Benedito de Campo Largo contará com mais colaboradores, com o objetivo de priorizar, nessa unidade, a coleta de exames, principalmente os toxicológicos.

Saiba mais sobre os horários de atendimento e telefones das nossas outras unidades clicando aqui.

COLETA DOMICILIAR

Com o objetivo de manter nossos clientes em casa respeitando o período de quarentena com segurança, o Laboratório Biolag passa a oferecer mais horários e dias para o agendamento da coleta domiciliar. Dessa forma, você poderá continuar protegido e cuidando da sua saúde.

*Este serviço é destinado às pessoas de todas as idades, residentes do município de Campo Largo.

Dúvidas? Ligue para o telefone (41) 3392-1102 ou mande uma mensagem para o nosso WhatsApp (41) 98429-7425.

Exercícios físicos: a importância da orientação de um profissional de Educação Física e realização de exames

1 de setembro de 2020 por biolag

Os exercícios físicos são um dos pilares da qualidade de vida, além de serem essenciais à saúde. No entanto, praticar atividades físicas de forma inadequada pode gerar uma série de problemas. Devido a esses e outros fatores, é fundamental contar com a orientação de um profissional, antes de iniciar a prática esportiva ou de atividades físicas. E isso vale, desde o treino pesado de musculação até a corrida ao ar livre, pois todas elas exigem esforço por parte das articulações e da musculatura.

Muitas pessoas praticam atividades que não estão em harmonia com as suas metas. Com isso, é gerada a sensação de incapacidade quando, na verdade, o problema está no tipo de exercício realizado. Por isso, buscar a orientação de um profissional de Educação Física é essencial também nesse sentido.

O profissional escolhe as atividades que têm maior potencial de levar o praticante a alcançar os seus objetivos, seja perder peso, melhorar as funções cardiorrespiratórias ou ganhar massa muscular. 

Passar por uma avaliação médica antes de dar o start na malhação é simples e pode, literalmente, salvar sua vida. Com ela, é possível saber se você possui alguma restrição para praticar esportes e se é ou não portador de um problema de saúde “silencioso”, que pode se manifestar durante o exercício.

Além disso, as informações obtidas nas análises também são importantes para determinar a frequência e a intensidade de exercício mais indicados para você.

Alguns milímetros de sangue contêm uma incrível quantidade de informação. O exame é indolor e muito rápido, tornando-se uma excelente arma para decisões sobre tipos ideais de treinamento, nutrição e reabilitação.

Razões para realizar exames laboratoriais:

  • Uma análise clínica da sua saúde pode aumentar a motivação de uma vida ainda mais saudável;
  • Auxiliam na nutrição;
  • Auxiliam na maximização do desempenho dos exercícios praticados.

Comece com o básico. Para um início, obtenha a medida do metabolismo básico e o hemograma completo com testes de vitamina D e ferritina.

Para realizar periodicamente os exames laboratoriais, você pode contar com o Laboratório Biolag!

Thaís Caroline de Meira Bacharel e Licenciatura em Educação Física pela Universidade Positivo CREF 026836-G/PR

Sífilis, a epidemia crescente no Brasil

6 de março de 2020 por biolag

A sífilis é considerada um grave problema de saúde pública no Brasil desde 2016, pois a taxa de detecção da infecção aumentou em todas as faixas etárias, principalmente entre 20 a 29 anos. Este rastreamento é possível devido a rapidez no diagnóstico e à obrigatoriedade de notificação de novos casos à vigilância epidemiológica.

O que sífilis?

É uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum e o modo de transmissão é através de relação sexual sem camisinha e também de mãe para filho durante a gestação ou parto.

A sífilis adquirida se apresenta em vários estágios, sendo eles, o estágio primário, secundário, latente e terciário. Estas quatro fases possuem diferenças entre si, e também direcionam a um diagnóstico preciso.

A fase primária é caracterizada pela presença de ferida no local da entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele). Essa ferida é geralmente é indolor, não tem pus, não arde e nem coça e pode estar acompanhada de íngua na região da virilha. Aparece de 10 a 90 dias após o contato com a bactéria, e desaparece independente de tratamento direcionado.

A fase secundária é caracterizada com manchas pelo corpo, que aparecem aproximadamente seis meses após a cicatrização da ferida primária. Essas manchas são ricas em bactérias e localizam-se também na palma das mãos e planta dos pés. Nesta fase há sintomas de febre, dores de cabeça, mal estar e o aparecimento de ínguas pelo corpo.

Nestes dois primeiros estágios da doença, há maiores chances de transmissão.

No estágio latente, a doença é caracterizada como assintomática, e é dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção).

E a fase terciária pode surgir décadas após a infecção e apresenta lesões cutâneas ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

A sífilis congênita, é de transmissão de mãe para filho e considerada muito grave, pois pode se apresentar no bebê como infecção não aparente ou até sequelas permanente, abortos e óbitos fetais. Portanto, exames de diagnóstico de sífilis estão inclusos no pré natal e realizados em três momentos da gestação: primeiro e terceiro trimestres de gestação e momentos antes do parto ou em casos de aborto.

A sífilis congênita pode se manifestar logo após o nascimento, durante ou após os primeiros dois anos de vida da criança.

O teste rápido para detecção de sífilis é oferecido hoje em dia em unidades de saúde, de forma gratuita. É um diagnóstico simples e rápido, e auxilia no início do tratamento imediato, principalmente quando se trata de gestantes e casos de estupro. No entanto, o teste sendo positivo (reagente), é direcionado para o segmento laboratorial, onde são realizados testes mais sensíveis e específicos para a sífilis. 

O VDRL e FTA-ABS IgG são exames indispensáveis para o diagnóstico e monitoramento da doença e são feitos por amostras de sangue. São procedimentos simples que podem mudar sua vida. Previna-se! Caso tenha suspeita da infecção, faça o teste!

Autoria: Rafaella Cosmo, Biomédica e Pós-graduada em Microbiologia Clínica.

CORONAVÍRUS

7 de fevereiro de 2020 por biolag

De acordo com o descrito pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), os coronavírus (CoV) compõem uma família de vírus descobertos desde meados da década de 1960, podendo eles causarem desde um resfriado comum, até síndromes respiratórias graves.

O polêmico coronavírus discutido atualmente é uma variante dessa família denominada 2019-nCoV, não identificada em humanos até o final do ano passado (2019).

De acordo com o site de notícias G1, até a manhã do dia 07 de fevereiro de 2020 a doença matou 637 pessoas e possui mais de 31 mil casos confirmados. Apesar dos níveis alarmantes, os especialistas chineses dizem estar em uma constante procura pelo tratamento e a cura do coronavírus, um exemplo disso foi a notícia da recuperação do paciente de 91 anos.

Mesmo não havendo casos confirmados da doença no Brasil, é importante que as pessoas estejam cientes da necessidade de atentar-se sobre o vírus.

Por estar entrando em contato com humanos pela primeira vez, não há imunidade natural contra o 2019-nCoV. Além disso, o vírus apresenta elevada transmissibilidade através do contato via mucosas com secreções de pessoas infectadas, como gotículas na tosse/espirro.

A doença ainda não possui tratamento, entretanto, os sintomas podem ser amenizados com o uso de antitérmicos e analgésicos, além de repouso e ingestão de líquidos.

Porém, apesar de os sintomas serem muito similares ao da gripe, são doenças diferentes, uma vez que o vírus da gripe é o influenza. Portanto, a vacina da gripe não é capaz de oferecer imunidade contra o coronavírus, ainda que ambas afetem o sistema respiratório.

Por fim, saiba os sintomas e como se prevenir.

Sintomas: Coriza, febre, tosse e dificuldade para respirar.

Prevenção: higienizar as mãos frequentemente, cobrir o nariz e boca quando for espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar contato próximo ou ingestão de carne de animais silvestres.

Exame evita biópsia desnecessária para o diagnóstico do câncer de próstata

29 de novembro de 2019 por miubeta

A detecção precoce é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento do câncer de próstata. Exames isolados não garantem precisão do diagnóstico. A avaliação deve ser feita em conjunto com fatores de risco e sintomas. Teste inovador elimina biópsias desnecessárias.

O urologista Pedro Paixão, do Hermes Pardini, destaca um teste inovador para o diagnóstico precoce do câncer de próstata, que aumenta a curácia da biópsia, além de ser menos invasivo: o PHI – Índice de Saúde da Próstata. Segundo o médico, hoje em dia não é preciso sair pedindo biópsia para todo paciente que estiver com PSA alto. Disponível em Belo Horizonte há apenas 2 anos, é um exame de sangue indicado para homens de 50 anos ou mais, com valores de PSA total alto e sem alterações no exame direto da próstata (toque retal). “Quando em um exame de rotina identificava-se o PSA alterado e o exame de toque normal, havia duas opções para completar o diagnóstico: ressonância ou biópsia. Entretanto, a curácia da biópsia é muito baixa, em torno de 15 a 20%, além de ser um exame muito invasivo. Em cada dez biópsias realizadas, oito têm o resultado negativo. Agora, nesses casos, podemos solicitar o PHI e tirar muitos pacientes de biópsias desnecessárias. Caso o exame dê positivo, aumenta a curácia da biópsia em torno de 75. Para realizá-lo é preciso pedido médico”, explica Pedro Paixão.

O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens. No Brasil, é a segunda causa de morte por câncer no público masculino. Embora seja uma doença comum, muitos homens fingem não saber. Mas uma coisa todo mundo sabe: o diagnóstico precoce é o caminho para a cura. Por isso vale ficar em estado de alerta e acompanhar as novidades que ajudam a diagnosticar. Ao observar a presença de sinais e sintomas, o urologista Pedro Paixão recomenda a realização de exames. Segundo o médico, diante da constante dificuldade de urinar, diminuição do jato de urina, necessidade de urinar mais vezes e presença de sangue na urina, é preciso buscar um médico para investigar com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos. “Algumas vezes, esses sintomas podem não ser causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, já que diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados no tratamento”, alerta o urologista.

No caso do câncer de próstata, os exames mais conhecidos para diagnóstico são o toque retal (permite ao médico apalpar a próstata e perceber se há nódulos [caroços] ou tecidos endurecidos [possível estágio inicial da doença], e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA [antígeno prostático específico]). “Feitos de forma isolada, eles não garantem um diagnóstico preciso. Por isso, podem ser necessários exames complementares como ultrassonografia para próstata, exame de medição do jato de urina, cintilografia óssea, tomografia computadorizada, ressonância magnética e biópsia”, adianta Pedro Paixão. Somente em 2019, o Grupo Pardini realizou mais de 190 mil exames para diagnóstico da doença, considerando as praças de MG, SP, RJ e GO.

Para finalizar o alerta, o urologista destaca ainda que, na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas. Quem possui histórico de câncer na família, é muito importante que comece a realizar, rotineiramente, exames preventivos a partir dos 40 anos de idade. Para aqueles que não possuem, o recomendado é a partir dos 50 anos. “Por isso, procure seu médico, pelo menos, uma vez por ano. O melhor tratamento é sempre a prevenção”, deixou a dica. Além dos exames de prevenção ao câncer de próstata, o médico recomenda que os homens façam um check-up laboratorial de rotina, anualmente, incluindo exames como hemograma, glicose…