Blog da Biolag

Laboratório Biolag frente ao coronavírus (COVID-19)

24 de março de 2020 por biolag

Diante do surto do novo coronavírus (COVID-19), o Laboratório Biolag está tomando medidas preventivas para proporcionar segurança aos usuários dos nossos serviços.

Visto a necessidade de evitar aglomerações, nossa equipe será dividida em dois grupos. Além disso, toda ela está sendo devidamente orientada sobre os modos de higienização pessoal e do local de trabalho para evitar o contágio da doença e manter o Laboratório Biolag um ambiente seguro para você realizar seus exames.

Nossos colaboradores fazem uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) para evitar o contágio do COVID-19. Tudo isso contando com a entrega de máscaras para grupos de risco e uso do álcool em gel.

Entretanto, embora as medidas tomadas pela equipe Biolag sejam estrategicamente pensadas para oferecer o melhor serviço aos nossos usuários, contamos com a sua colaboração para mantermos nossa saúde ainda mais segura.

NOSSAS RECOMENDAÇÕES SÃO:

  • Faça a higienização das mãos ao entrar no laboratório
  • Acompanhantes somente para pessoas menores de 18 anos, idosos com 60 anos ou mais, ou em casos extremamente necessários;
  • Evite ir até a nossa unidade de saúde se apresentar sintomas de gripe;
  • Opte por retirar seus exames pela internet caso seja possível;
  • Pessoas suspeitas de coronavírus não devem ir até nossas unidades. Estes devem tirar suas dúvidas pelo nosso telefone.
  • Caso você esteja apresentando sintomas como tosse, dificuldade respiratória e febre, ligue para os números abaixo antes de ir até um serviço de saúde.

☎ 192 (Serviço de Atendimento Móvel de Emergência – SAMU)
☎ (41) 3330-4414 (Secretaria Estadual de Saúde)
☎ (41) 99117-3500 e 0800-644414 (Ouvidoria do Estado)

Além disso, nesse período contaremos com horários e atendimentos diferenciados em algumas das nossas unidades:

  • Itaqui (posto de coleta): segunda à sexta das 07h às 13hs – Sábados das 07h às 12h.
  • Benedito (posto de coleta): segunda à sexta das 06h30 às 16h00 – Sábados das 06h30 às 11h00.
  • Não iremos atender nos domingos a partir do dia 29/03, por conta da reestruturação no quadro de colaboradores.
  • O posto de coleta Benedito de Campo Largo contará com mais colaboradores, com o objetivo de priorizar, nessa unidade, a coleta de exames, principalmente os toxicológicos.

Saiba mais sobre os horários de atendimento e telefones das nossas outras unidades clicando aqui.

COLETA DOMICILIAR

Com o objetivo de manter nossos clientes em casa respeitando o período de quarentena com segurança, o Laboratório Biolag passa a oferecer mais horários e dias para o agendamento da coleta domiciliar. Dessa forma, você poderá continuar protegido e cuidando da sua saúde.

*Este serviço é destinado às pessoas de todas as idades, residentes do município de Campo Largo.

Esclarecemos que, no momento, o Laboratório Biolag NÃO está realizando testes para coronavírus devido as estratégias do Ministério da Saúde.

Dúvidas? Ligue para o telefone (41) 3392-1102 ou mande uma mensagem para o nosso WhatsApp (41) 98429-7425.

Sífilis, a epidemia crescente no Brasil

6 de março de 2020 por biolag

A sífilis é considerada um grave problema de saúde pública no Brasil desde 2016, pois a taxa de detecção da infecção aumentou em todas as faixas etárias, principalmente entre 20 a 29 anos. Este rastreamento é possível devido a rapidez no diagnóstico e à obrigatoriedade de notificação de novos casos à vigilância epidemiológica.

O que sífilis?

É uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum e o modo de transmissão é através de relação sexual sem camisinha e também de mãe para filho durante a gestação ou parto.

A sífilis adquirida se apresenta em vários estágios, sendo eles, o estágio primário, secundário, latente e terciário. Estas quatro fases possuem diferenças entre si, e também direcionam a um diagnóstico preciso.

A fase primária é caracterizada pela presença de ferida no local da entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele). Essa ferida é geralmente é indolor, não tem pus, não arde e nem coça e pode estar acompanhada de íngua na região da virilha. Aparece de 10 a 90 dias após o contato com a bactéria, e desaparece independente de tratamento direcionado.

A fase secundária é caracterizada com manchas pelo corpo, que aparecem aproximadamente seis meses após a cicatrização da ferida primária. Essas manchas são ricas em bactérias e localizam-se também na palma das mãos e planta dos pés. Nesta fase há sintomas de febre, dores de cabeça, mal estar e o aparecimento de ínguas pelo corpo.

Nestes dois primeiros estágios da doença, há maiores chances de transmissão.

No estágio latente, a doença é caracterizada como assintomática, e é dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção).

E a fase terciária pode surgir décadas após a infecção e apresenta lesões cutâneas ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

A sífilis congênita, é de transmissão de mãe para filho e considerada muito grave, pois pode se apresentar no bebê como infecção não aparente ou até sequelas permanente, abortos e óbitos fetais. Portanto, exames de diagnóstico de sífilis estão inclusos no pré natal e realizados em três momentos da gestação: primeiro e terceiro trimestres de gestação e momentos antes do parto ou em casos de aborto.

A sífilis congênita pode se manifestar logo após o nascimento, durante ou após os primeiros dois anos de vida da criança.

O teste rápido para detecção de sífilis é oferecido hoje em dia em unidades de saúde, de forma gratuita. É um diagnóstico simples e rápido, e auxilia no início do tratamento imediato, principalmente quando se trata de gestantes e casos de estupro. No entanto, o teste sendo positivo (reagente), é direcionado para o segmento laboratorial, onde são realizados testes mais sensíveis e específicos para a sífilis. 

O VDRL e FTA-ABS IgG são exames indispensáveis para o diagnóstico e monitoramento da doença e são feitos por amostras de sangue. São procedimentos simples que podem mudar sua vida. Previna-se! Caso tenha suspeita da infecção, faça o teste!

Autoria: Rafaella Cosmo, Biomédica e Pós-graduada em Microbiologia Clínica.

CORONAVÍRUS

7 de fevereiro de 2020 por biolag

De acordo com o descrito pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), os coronavírus (CoV) compõem uma família de vírus descobertos desde meados da década de 1960, podendo eles causarem desde um resfriado comum, até síndromes respiratórias graves.

O polêmico coronavírus discutido atualmente é uma variante dessa família denominada 2019-nCoV, não identificada em humanos até o final do ano passado (2019).

De acordo com o site de notícias G1, até a manhã do dia 07 de fevereiro de 2020 a doença matou 637 pessoas e possui mais de 31 mil casos confirmados. Apesar dos níveis alarmantes, os especialistas chineses dizem estar em uma constante procura pelo tratamento e a cura do coronavírus, um exemplo disso foi a notícia da recuperação do paciente de 91 anos.

Mesmo não havendo casos confirmados da doença no Brasil, é importante que as pessoas estejam cientes da necessidade de atentar-se sobre o vírus.

Por estar entrando em contato com humanos pela primeira vez, não há imunidade natural contra o 2019-nCoV. Além disso, o vírus apresenta elevada transmissibilidade através do contato via mucosas com secreções de pessoas infectadas, como gotículas na tosse/espirro.

A doença ainda não possui tratamento, entretanto, os sintomas podem ser amenizados com o uso de antitérmicos e analgésicos, além de repouso e ingestão de líquidos.

Porém, apesar de os sintomas serem muito similares ao da gripe, são doenças diferentes, uma vez que o vírus da gripe é o influenza. Portanto, a vacina da gripe não é capaz de oferecer imunidade contra o coronavírus, ainda que ambas afetem o sistema respiratório.

Por fim, saiba os sintomas e como se prevenir.

Sintomas: Coriza, febre, tosse e dificuldade para respirar.

Prevenção: higienizar as mãos frequentemente, cobrir o nariz e boca quando for espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar contato próximo ou ingestão de carne de animais silvestres.

Exame evita biópsia desnecessária para o diagnóstico do câncer de próstata

29 de novembro de 2019 por miubeta

A detecção precoce é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento do câncer de próstata. Exames isolados não garantem precisão do diagnóstico. A avaliação deve ser feita em conjunto com fatores de risco e sintomas. Teste inovador elimina biópsias desnecessárias.

O urologista Pedro Paixão, do Hermes Pardini, destaca um teste inovador para o diagnóstico precoce do câncer de próstata, que aumenta a curácia da biópsia, além de ser menos invasivo: o PHI – Índice de Saúde da Próstata. Segundo o médico, hoje em dia não é preciso sair pedindo biópsia para todo paciente que estiver com PSA alto. Disponível em Belo Horizonte há apenas 2 anos, é um exame de sangue indicado para homens de 50 anos ou mais, com valores de PSA total alto e sem alterações no exame direto da próstata (toque retal). “Quando em um exame de rotina identificava-se o PSA alterado e o exame de toque normal, havia duas opções para completar o diagnóstico: ressonância ou biópsia. Entretanto, a curácia da biópsia é muito baixa, em torno de 15 a 20%, além de ser um exame muito invasivo. Em cada dez biópsias realizadas, oito têm o resultado negativo. Agora, nesses casos, podemos solicitar o PHI e tirar muitos pacientes de biópsias desnecessárias. Caso o exame dê positivo, aumenta a curácia da biópsia em torno de 75. Para realizá-lo é preciso pedido médico”, explica Pedro Paixão.

O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens. No Brasil, é a segunda causa de morte por câncer no público masculino. Embora seja uma doença comum, muitos homens fingem não saber. Mas uma coisa todo mundo sabe: o diagnóstico precoce é o caminho para a cura. Por isso vale ficar em estado de alerta e acompanhar as novidades que ajudam a diagnosticar. Ao observar a presença de sinais e sintomas, o urologista Pedro Paixão recomenda a realização de exames. Segundo o médico, diante da constante dificuldade de urinar, diminuição do jato de urina, necessidade de urinar mais vezes e presença de sangue na urina, é preciso buscar um médico para investigar com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos. “Algumas vezes, esses sintomas podem não ser causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, já que diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados no tratamento”, alerta o urologista.

No caso do câncer de próstata, os exames mais conhecidos para diagnóstico são o toque retal (permite ao médico apalpar a próstata e perceber se há nódulos [caroços] ou tecidos endurecidos [possível estágio inicial da doença], e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA [antígeno prostático específico]). “Feitos de forma isolada, eles não garantem um diagnóstico preciso. Por isso, podem ser necessários exames complementares como ultrassonografia para próstata, exame de medição do jato de urina, cintilografia óssea, tomografia computadorizada, ressonância magnética e biópsia”, adianta Pedro Paixão. Somente em 2019, o Grupo Pardini realizou mais de 190 mil exames para diagnóstico da doença, considerando as praças de MG, SP, RJ e GO.

Para finalizar o alerta, o urologista destaca ainda que, na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas. Quem possui histórico de câncer na família, é muito importante que comece a realizar, rotineiramente, exames preventivos a partir dos 40 anos de idade. Para aqueles que não possuem, o recomendado é a partir dos 50 anos. “Por isso, procure seu médico, pelo menos, uma vez por ano. O melhor tratamento é sempre a prevenção”, deixou a dica. Além dos exames de prevenção ao câncer de próstata, o médico recomenda que os homens façam um check-up laboratorial de rotina, anualmente, incluindo exames como hemograma, glicose…